quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quadras para o dia do Não Fumador





Se te consideras fumador
E o vício te está a dominar
Aprende a viver sem dor
E vive a tua vida sem fumar

Susana 8ºB


Digo para os meus botões
Que num cigarro nunca vou pegar
Porque amo os meus pulmões
Que me ajudam a respirar

André 8ºA

Dia do Não Fumador

Escola P. Martins Capela

A equipa da Escola Promotora de Saúde expôs os trabalhos dos alunos, realizados nas aulas de Língua Portuguesa, sobre o dia do Não Fumador.


Fumar ou não fumar?
Responde a tua razão:
Se o seu corpo amar
Não lhe vai pôr a mão!




terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amizade

Amizade é:
 partilhar o bom e o mau
ser solidário sempre
sofrer com quem sofre
rir com quem ri
alegrar-se quando o outro está bem
sofrer quando o outro passa um mau momento.

Se isto se verifica, tenho em ti um amigo!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Harmonia das diferenças

Vê com que harmonia e beleza se entrelaçam os corpos, formando um eterno jardim.


"O meu corpo é um jardim, a minha vontade o seu jardineiro".
                                                                Shakespeare

"Ainda não vi ninguém que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo."
                                                                                               Confúcio

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O S. Martinho visto pelos meus alunos do 8ºano

 “S. Martinho”
São Martinho cavalgava sob uma enorme tempestade,
O vento, a chuva e o frio sentiam-se fortemente.
O cavalo andava com grande dificuldade,
Enquanto o cavaleiro era protegido por uma capa bem quente.

Depois de um longo caminho percorrido
Deparou-se com um mendigo mal agasalhado
Com pena daquele pobre homem despido
São Martinho metade da sua capa lhe tinha dado.

Após este grande gesto por parte do cavaleiro
Um extraordinário milagre aconteceu,
Do céu sumiram as nuvens, o Sol verdadeiro
Apareceu e o pobrezinho logo se aqueceu.

Após esta história surgiu a conhecida lenda,
Em Novembro fala-se do Verão de São Martinho.
Fazem-se magustos, mas há quem não entenda
O porquê, nem atribua ao santo  valor e carinho.

                                            Inês. 8º A

Lá ia S.Martinho a cavalgar,
Com grande modo e jeitinho,
Não sabia que ia encontrar,
Um mendigo no seu caminho.

Ofereceu-lhe agasalho,
E o pobre ficou-lhe agradecido,
Pois antes parecia um espantalho,
E depois ficou bem vestido.

                            José Capela, 8ºB

Cavalgava pela floresta,
O cavaleiro Martinho
Ia a caminho de uma festa,
Quando encontrou um pobrezinho.

Boa pessoa ele era.
Pois do pobre teve pena
E da sua capa lhe dera
Metade: bela cena.

Dentro do pobre estava DEUS,
Pois veio para o testar,
Depois voltou para os céus
Para com a fria chuva acabar.

Quando a chuva intensa parou,
O sol radiante apareceu,
Martinho castanhas apanhou
E num magusto com o pobre as comeu.


                                         Mariana,  8º B

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Auto da Barca do Inferno - imaginação e criatividade

Ministra da Educação
Dia: Quem vem lá?
Min: Sou eu, não me conheces?
Dia: Tu quem?
Min: Maria de Lurdes, a grande mulher, a ministra que mais apareceu na televisão.
Dia: E agora vens para aqui em tão má ocasião.
Min: Para onde é que tu vais?
Dia: Para as chamas infernais.
Que para ti estão preparadas.
Min: Aí nunca hei-de entrar; Pois fiz cousas grandiosas como nunca.
Dia: Irritaste todos os professores,
Que por isso se tornaram tão lutadores.
Uniste-os como nunca!
Dividiste-os em titulares e não titulares,
Mudaste-lhes as avaliações,
Congelaste-lhes a progressão na carreira,
Não lhes aumentaste o salário.
Impuseste, aos alunos, as aulas de substituição,
Inventaste planos de recuperação.

Min: Era o melhor para a escola e também para os alunos.
Dia: Isso era o que pensavas.
E tanta graça achavas ao veres como os revoltavas.
Min: Mas eu só queria a paz…
Dia: Mas esta nunca se faz
Com injustiças tremendas.
Min: Nunca senti que as houvesse.
Dia: E por isso todos fizeram
Manifestações enormes,
Como nunca se viu igual
No pequeno Portugal.
Entra com a tua maldade

Min: Livra! Contigo não quero nada.
Já na terra fui mal amada.
Quero alguém com coração
E que me dê alguma razão.
(vai até a barca do anjo, entra com uma voz arrogante)
Min: Ó da barca!
Anjo: Que queres?
Min: Partir contigo, meu anjo.
Anjo: Não penses que entra aqui
Arrogância e presunção.
Min: Também concordo contigo, isso eu sempre evitei
E na vida que levei
Fui humilde mas tive a acção
De emendar e dar sansão
A quem não queria cumprir
Tudo aquilo que eu mandei.
Anjo: Ainda não te arrependeste
Do mal que lá causaste?
Min: Por mal eu nada fiz.
Quis melhorar o país
Pô-lo ao nível europeu
E, pelas estatísticas,
Sucesso se conseguiu.
Anjo: Tudo com um único fim:
Trabalhar p`rás estatísticas
E reduzir às despesas
Dos trabalhadores públicos,
Para os grandes, como tu,
Terem chorudos salários.
Min: Para aquilo que eu fazia
Era pouco o que recebia.
Deixa-me embarcar contigo…
Anjo: Pena foi que essa humildade
Não a tivesses vivido.
Vai, outro marinheiro te espera

(Chega à barca do Diabo, chorando)

Min: Marinheiro, dá-me a escada
Para eu entrar sem demora.
Fui até a barca do Anjo
Mas ele mandou-me embora.
Disse que eu era só maldade
Mas isso não é verdade

Dia: Entra, Lurdinhas de Melgaço
E não estejas com cagaço.
Que estão à tua espera
Manifestações luminosas
Para te darem a punição.


Ricardo, Bruna, Flávia e Rafael

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Saber viver

Se conto tudo o que sei
E não guardo aquilo que ouvi,
Boa vida nunca terei
e uma inimiga serei para ti.